

BRAV3 Brava Energia
COTAÇÃO BRAV3 HOJE
Cotação Fechamento D-1 Atualizado às . Delay 15 minCOTAÇÃO BRAV3 HOJE | |
Variação (Dia) |
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Retorno 12 meses |
Máxima Anual | |
Mínima Anual |
Dados Gerais BRAV3
Indicadores Fundamentalistas BRAV3
Comparação
Período
Por que a RRRP3 virou BRAV3?
A mudança de ticker de RRRP3 para BRAV3 ocorreu após a fusão entre 3R Petroleum e Enauta, aprovada pelo Cade e pelos acionistas das duas empresas. A operação resultou em uma nova companhia combinada, com os acionistas da 3R detendo 53% da Brava e os da Enauta, os 47% restantes.
A transição foi formalizada em setembro de 2024 e, a partir do dia 9 daquele mês, as ações passaram a ser negociadas como BRAV3. A Enauta tornou-se uma subsidiária integral e suas ações (ENAT3) deixaram de ser negociadas na Bolsa brasileira.
Principais indicadores fundamentalistas BRAV3
A análise dos indicadores fundamentalistas é essencial para entender se as ações da Brava Energia estão atrativas para investimento. Eles ajudam a avaliar desde o valor da empresa no mercado até sua lucratividade e nível de endividamento. A seguir, confira os principais números usados para a avaliação.
Indicadores de valuation
Esses indicadores mostram se a ação da BRAV3 está cara ou barata em relação ao seu desempenho financeiro atual:
- P/L (Preço sobre Lucro): quanto os investidores estão pagando por cada real de lucro. Atualmente, não é possível analisar o P/L da Brava, tendo em vista que a companhia acumula prejuízo nos últimos 12 meses;
- P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial): indica se o preço da ação está acima ou abaixo do valor contábil da empresa. Seu P/VP está em cerca de 0,85x, abaixo de 1x a 1,2x, que seria um patamar considerado mais “justo” entre as petroleiras;
- EV/EBITDA: relação entre o valor da empresa (incluindo dívidas) e sua geração de caixa operacional, útil para comparar com concorrentes. Seu EV/Ebitda atual é de cerca de 7,5x, acima da média do setor, que gira em torno de 4x.
Indicadores de rentabilidade
Aqui se avalia o desempenho da empresa em termos de geração de lucro e eficiência operacional:
- ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido): mede o quanto a empresa entrega de retorno ao acionista. Devido ao seu prejuízo acumulado, seu ROE atual é negativo, não permitindo uma análise comparativa adequada de sua rentabilidade com base neste indicador;
- ROA (Retorno sobre Ativos): mostra a eficiência da companhia ao utilizar seus ativos para gerar lucro. Devido ao seu prejuízo acumulado, seu ROA atual é negativo, não permitindo uma análise comparativa adequada de sua rentabilidade com base neste indicador;
- Margem Líquida: percentual do lucro líquido sobre a receita, indicando a rentabilidade final da operação. Devido ao seu prejuízo acumulado, sua margem líquida é negativa, não permitindo uma análise comparativa adequada de sua rentabilidade com base neste indicador.
Indicadores de endividamento
Essas métricas ajudam a entender o nível de risco financeiro da empresa:
- Dívida Líquida/EBITDA: mostra quantos anos a empresa levaria para pagar suas dívidas com o caixa gerado. Seu indicador de alavancagem atual se encontra próximo de 2,8x, dentro dos patamares considerados sustentáveis, de 3x;
- Cobertura de juros: mede a capacidade da empresa de pagar os juros da dívida com seu lucro operacional;
- Dívida Bruta/Patrimônio Líquido: avalia a proporção de capital de terceiros em relação ao capital próprio.
Dividendos BRAV3
Tendo em vista que ainda não atingiu estágios avançados de maturidade operacional e financeira, a Brava ainda não distribui dividendos relevantes aos seus acionistas (seu dividend yield atual é de apenas 2%, bem abaixo da média das boas pagadoras brasileiras, de 6%). Conforme a companhia alcance uma maior estabilidade em sua produção e resultados, a tendência é que eleve suas distribuições de proventos.
Fatores que podem impactar a cotação BRAV3
Diversos fatores influenciam a cotação das ações da Brava Energia, e compreendê-los é fundamental para quem acompanha ou investe na companhia.
Um dos principais é o preço do petróleo no mercado internacional, já que a receita da empresa está diretamente ligada à cotação da commodity. Variações bruscas no barril do tipo Brent, por exemplo, podem afetar as projeções de faturamento e margem operacional da companhia. Vale lembrar que a estratégia de aumentar sua produção e reduzir seu custo de extração visa mitigar a dependência de sua commodity.
A variação cambial entre o dólar e o real também tem papel relevante. Como a maioria das receitas é dolarizada, um dólar mais forte pode beneficiar suas receitas, enquanto a valorização da moeda brasileira tende a reduzir os ganhos em reais. Vale destacar que a variação cambial também pode impactar o resultado financeiro e os lucros da companhia.
Além disso, novas descobertas ou aquisições de ativos podem alterar a percepção do mercado sobre o potencial de crescimento da empresa. A incorporação de campos promissores tende a aumentar as expectativas sobre produção futura, geração de caixa e, consequentemente, a atratividade das ações.
Mudanças regulatórias também merecem atenção. O setor de petróleo e gás é altamente regulado, e alterações nas regras de licenciamento, tributação ou meio ambiente podem impactar diretamente a operação e os custos da companhia.
Outro ponto crítico envolve questões ambientais e licenciamentos, já que a Brava depende de aprovações para explorar ou operar campos de petróleo. Atrasos ou embargos podem comprometer cronogramas de produção e afetar o valor das ações.
A concorrência no setor de petróleo e gás, especialmente entre petroleiras independentes brasileiras, também influencia o posicionamento da empresa. O desempenho operacional e os diferenciais de gestão frente a competidores são fatores que o mercado observa com atenção.
Por fim, o cenário macroeconômico brasileiro — como inflação, taxa de juros e estabilidade política — afeta o apetite por risco dos investidores e a valorização das ações na B3. Em momentos de maior aversão ao risco, mesmo empresas com bons fundamentos podem sofrer desvalorizações temporárias.
Como investir em BRAV3?
Investir na Brava Energia é simples e pode ser uma excelente oportunidade para quem busca exposição ao setor de petróleo e gás com alto potencial de valorização. A Nord Investimentos recomenda a compra das ações BRAV3, considerando os fundamentos sólidos da empresa e as perspectivas promissoras após a fusão com a Enauta.
Confira o passo a passo para investir:
- Abra conta em uma corretora de valores confiável.
- Transfira recursos para sua conta na corretora.
- Acesse o home broker da plataforma e busque pelo ticker BRAV3.
- Defina o valor que deseja investir, levando em conta seu perfil e objetivos financeiros.
- Acompanhe os relatórios da Nord, que fornecem atualizações periódicas sobre os fundamentos, produção e desempenho da empresa.
O investimento mínimo dependerá do preço unitário da ação BRAV3 no momento da compra. Não há valor mínimo obrigatório, o que permite que até investidores iniciantes possam começar com aportes baixos, comprando no mercado fracionário (ex: 1 ação).
Por fim, a BRAV3 pode ser uma excelente escolha para investidores com perfil moderado a agressivo, que buscam crescimento de capital no médio e longo prazo.
Com a projeção de aumento da produção, eficiência operacional e melhoria nos lucros, o ativo pode entregar um bom retorno com base na execução da estratégia da nova companhia combinada.
Informações sobre BRAV3
A Brava é uma empresa do setor de óleo e gás focada no redesenvolvimento e revitalização de campos maduros, com operações em áreas terrestres (onshore) e no mar (offshore), sendo o resultado da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta. A Brava é, inclusive, a única das petroleiras “juniors” que apresenta essa característica de diversificação operacional. Apesar de atuar nas duas “pontas”, a proposta de valor da companhia é semelhante à das petroleiras Prio (PRIO3) e PetroReconcavo (RECV3), por exemplo. Sua estratégia de crescimento a longo prazo é pautada no aumento de produção e na redução de seu custo de extração (lifting cost). Quando ainda se chamava 3R Petroleum, a Brava já possuía dois polos em operação até 2020 e, após seu IPO, realizou a aquisição de mais sete ativos que faziam parte do programa de desinvestimento da Petrobras — sendo que todos eles já foram totalmente integrados em suas operações, incluindo o maior deles, Potiguar, que permitiu à petroleira acessar outros mercados no setor, como refino e logística. Os polos incorporados elevaram a produção da companhia para mais de 45 mil barris de óleo por dia entre o final de 2023 e o início de 2024 (aumento expressivo de +200% em relação ao ano anterior). Com a fusão junto à Enauta, que possuía outros dois ativos marítimos, sua produção subiu, inicialmente, para cerca de 60 mil barris diários. Para 2025, porém, a perspectiva é de atingir uma produção de mais de 90 mil barris por dia (cerca de +50% vs. 2024), com a retomada integral da operação de ativos que enfrentaram paradas extensas no último ano (Papa Terra e Atlanta) e a entrada de outros ativos (Parque das Conchas e Manati).
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