Quando o seguro de vida realmente vale a pena?

Descubra quando o seguro de vida é essencial e quando ele pode ser um gasto desnecessário, impactando seu patrimônio

Marilia Fontes 12/01/2026 17:04 3 min

Muitas pessoas acreditam que o seguro de vida é essencial, mas a verdade é que nem sempre ele é necessário. Entender quando essa proteção realmente faz sentido pode evitar gastos altos e desnecessários, além de proteger melhor sua família. 

A seguir, você descobre como avaliar se o seguro de vida é ideal para sua realidade.

Quem realmente precisa de seguro de vida

O seguro de vida é especialmente útil para quem tem uma boa renda, mas ainda não acumulou patrimônio suficiente para garantir a segurança da família

Imagine alguém que ganha R$ 20.000 por mês e é o principal provedor da casa. Se essa renda desaparece repentinamente, a família pode enfrentar sérias dificuldades financeiras. É nesse cenário que o seguro cumpre um papel importante: assegurar o sustento temporário dos dependentes.

Renda alta sem patrimônio: quando o seguro é essencial

Se você tem uma renda elevada, mas ainda não construiu um patrimônio sólido, o seguro de vida pode ser crucial. Ele garante que, em caso de morte ou invalidez, seus dependentes mantenham o padrão de vida por um período necessário para se reorganizarem financeiramente.

Renda alta com patrimônio: ainda vale a pena?

Para quem já acumulou um bom patrimônio, o seguro de vida tende a ser menos necessário

Por exemplo, se você tem um patrimônio de R$ 6 milhões, sua família poderá acessar esse valor após o inventário, mantendo-se financeiramente segura sem a necessidade de um seguro caro.

Patrimônio substitui seguro de vida?

Apesar do tempo de inventário, que pode levar anos, existem alternativas mais econômicas ao seguro. A previdência privada, por exemplo, permite que os beneficiários recebam os recursos rapidamente, sem depender do inventário, funcionando como um fundo emergencial eficiente.

Seguro de vida ou previdência privada?

A previdência privada é mais vantajosa para quem já tem patrimônio, pois o dinheiro investido continua rendendo ao longo do tempo e pode ser resgatado com facilidade. Além disso, evita o custo elevado e contínuo de um seguro de vida.

Por que o seguro de vida é tão caro

O seguro de vida costuma ter comissões altas para corretores, o que incentiva a venda mesmo quando o produto não é necessário. É comum encontrar pessoas com seguros superdimensionados apenas para aumentar o valor da comissão do corretor.

Quando o seguro de vida ainda faz sentido

Mesmo quem tem algum patrimônio pode precisar de seguro de vida — mas em menor escala. A chave é contratar o valor mínimo necessário para cobrir um período de transição para os dependentes, sem comprometer demais o orçamento com prêmios elevados.

Como calcular o valor correto do seguro

Ferramentas como a calculadora de seguro da Nord Liberta ajudam a determinar o valor ideal do seguro de vida. Com base em renda, dependentes, custo de vida e patrimônio, é possível saber exatamente quanto contratar, evitando excessos e protegendo seu futuro financeiro.

Por que evitar seguros de vida exagerados

Contratar seguros muito acima da necessidade real drena recursos que poderiam ser investidos em ativos mais rentáveis. 

Como o seguro de vida idealmente nunca será utilizado, é fundamental que ele seja o mais eficiente e enxuto possível.

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