Nord Asset: carta do gestor (novembro/2025)

Sinais mistos no Brasil e nos EUA reforçam cautela monetária, mas sustentam um ambiente positivo para ativos de risco.

Nord Asset 12/12/2025 12:00 2 min Atualizado em: 01/04/2026 10:27
Nord Asset: carta do gestor (novembro/2025)

O mês de novembro foi marcado por nuances que lembram capítulos de transição: discretos, mas fundamentais para o andamento da narrativa econômica. 

No Brasil, a inflação voltou a trazer alguns elementos de atenção ao revelar uma aceleração em serviços, mesmo em um contexto de atividade mais contida. 

Enquanto isso, o mercado de trabalho mantém uma força incomum, com desemprego nas mínimas e salários renovando recordes, criando uma assimetria que explica a postura mais conservadora dos membros do Banco Central (BC) em suas últimas comunicações ao mercado. Apesar da postura cautelosa do BC, o mercado vislumbra um corte de juros já no início de 2026.

Em meio a esse ambiente, a Bolsa doméstica foi destaque no último mês.

Nos Estados Unidos, a economia segue em ritmo de desaceleração controlada. Os indicadores de mercado de trabalho apresentaram sinais mistos, mas o setor de serviços voltou a ganhar tração, reforçando a ideia de que a atividade continua longe de um cenário recessivo. Nesse ambiente, o Fed dispõe de espaço para prosseguir com cortes graduais de juros. 

Para os mercados, novembro trouxe desempenho positivo no Brasil e ajustes moderados no exterior, refletindo a leitura de que a transição das políticas monetárias segue evoluindo de forma ordenada.

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