O portal Monitor de Mercado publicou, na segunda-feira, 6, a informação de que a estatal colombiana Ecopetrol estaria próxima de formalizar uma oferta para aquisição de ações da Brava Energia (BRAV3), ao preço de R$ 26 por papel  (+30% acima do preço de tela do fechamento anterior à notícia).

Embora o tema não seja novo, os desdobramentos recentes sugerem que a movimentação ganhou tração. De acordo com a reportagem, a estratégia inicial da Ecopetrol seria adquirir a participação do bloco de referência formado por Yellowstone, Jive e Somah, que detém aproximadamente 21% do capital da Brava. 

Esse movimento permitiria à empresa evitar a realização de uma oferta pública de aquisição (OPA), com a possibilidade de ampliação posterior da posição via compras no mercado.

Brava nega venda de ações à Ecopetrol

Em resposta, a Brava divulgou fato relevante após o fechamento do pregão, afirmando que não mantém negociações com a Ecopetrol. A companhia, no entanto, não descartou eventuais transações envolvendo seus acionistas de referência.

Ainda que não haja confirmação oficial de tratativas diretas entre as empresas, o contexto e o histórico recente indicam que o tema merece acompanhamento.

Movimentos dessa natureza, especialmente quando fazem sentido estratégico para as partes envolvidas, tendem a evoluir com o tempo.